Agenda, prontuário, captura de imagem, rastreabilidade sanitária e financeiro. Cada acesso a prontuário fica registrado, e cada documento emitido pode ser conferido por quem recebeu.
Tela do produto, com dados de demonstração.
A maioria não registra, e a clínica só descobre isso numa fiscalização ou num processo. No Lúmen a trilha não é um recurso que se liga: ler um prontuário grava o acesso sozinho, com quem leu, quando, de qual endereço, e em nome de quem. O registro não pode ser alterado nem apagado, e isso é garantido pelo banco de dados, não pela boa vontade da aplicação.
Prontuário, documento, assinatura e log recusam alteração e exclusão no próprio Postgres. A guarda permanente é gatilho, não convenção.
O ciclo de reprocessamento copia aparelho, produto, lote e responsável. Trocar o lote amanhã não reescreve o exame de hoje, e a etiqueta sai para a sala.
Cada laudo sai com QR. Quem recebeu confere a autenticidade numa página pública que prova integridade sem publicar o conteúdo clínico.
Cada tela nasceu de um problema que o sistema antigo criava. O que segue são os quatro lugares onde a diferença aparece primeiro.
Por profissional ou por sala, com arraste para remarcar no toque. Conflito de sala, de profissional, de paciente e de equipamento é recusado na hora, e o encaixe passa com justificativa, que fica registrada.
Cadastro rápido no balcão, ficha completa depois. Possível duplicata pergunta em vez de unificar calada, e quando precisa unificar, nada é apagado e dá para desfazer.
A imagem do aparelho sobe sozinha e é vinculada pelo equipamento mais o instante. Quando fica ambíguo, ela espera numa caixa de entrada em vez de chutar, porque anexar no paciente errado é o erro caro daqui.
Uma cobrança recebe em partes e a soma nunca passa do valor. O médico enxerga o próprio repasse, e o fechamento congela o número para que estorno posterior não reescreva um mês já pago.
O QR impresso leva a uma página que prova quem assinou, quando, e que o conteúdo não mudou desde a assinatura. O que ela não faz é mostrar o laudo: autenticidade e sigilo não são a mesma pergunta.
A chave de assinatura do médico nunca chega ao nosso servidor. Hoje a verificação prova integridade e autoria pela chave, e ainda não é fé pública: falta a validação da cadeia contra as autoridades da ICP-Brasil, e a página diz isso a quem lê.
Laudo de colonoscopia emitido em 21/08/2026
Esta página prova que o documento não foi alterado desde a assinatura. O conteúdo clínico não é publicado aqui.
A implantação envolve migrar o que existe hoje e treinar a equipe, então não há cadastro automático: seria prometer um clique que não existe. A conversa começa entendendo como a sua clínica trabalha.
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